Mostrar mensagens com a etiqueta mundo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mundo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O Mercado Global no Mapa

Nunca deveremos deixar de prestar atenção ao mercado global. É no mercado global que as eficiências dos bens e serviços se notam mais. Em 2015 o mercado global transaccionou mais de $15,6 biliões. O mapa deste link representa as transacções do mercado global, onde cada ponto representam $1000 milhão.
O mapa é interactivo, podendo até carregar num determinado país para ver só as transacções entre esse país com outros países. Mas, afinal, o que nos mostra esse mapa?

Como podemos imaginar das 3 maiores economias do mundo, o mapa mostra que os fluxos monetários entre os EUA, China e Alemanha são aqueles que saltam mais à vista. A Alemanha, apesar de fazer parte da União Europeia tem a economia mais forte. A Alemanha é o país da UE que mais exporta.
Em relação aos EUA, podemos observar que os fluxos monetários entre estes países estão quase nulos. A balança comercial de bens não representa nada os dados usados por Donald Trump (o que é de esperar). 
Mas, mais do que os EUA, temos a China. A China importa $1,9 biliões e exporta $2,1 biliões. Como devem já ter compreendido, a China é o país com mais fluxos monetários. Vejam a China no mapa:

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Porque razão existem Obrigações com taxas negativas?

Começamos hoje com uma imagem. O gráfico em cima mostra as taxas de juro de $47,3 biliões em obrigações, dentro de 24 moedas diferentes e desde obrigações de países em desenvolvimento e países desenvolvidos. O resultado do gráfico mostra uma tendência algo preocupante. Mais de 20% das obrigações emitidas são a juros negativos, e mais de metade têm uma taxa de juro inferior a 1%.

Mas porque razão isto está a acontecer?

Apesar de existirem obrigações com taxas de juros negativas desde 2012, este fenómeno aumentou desde que o Banco Central Europeu decidiu cortar a taxa de depósitos para valores negativos em 2014. Assim, o BCE está a fomentar o crescimento da sua economia, aliciando os investidores para retornos mais apelativos em outras áreas de investimento como Acções, Futuros e Obrigações de países em desenvolvimento.
Com isto a acrescer ao facto do Reino Unido ter perdido para sair da União Europeia e haver suspeitas de que o sistema bancário Italiano está com problemas graves, os investidores estão com bastante receio do futuro.

Em alturas de volatilidade os investidores não têm muito por onde escolher. Se continuarem com os seus investimentos nessas zonas geográficas vão ter períodos de elevada volatilidade e vão perder dinheiro, mas ao investirem nesta obrigações têm a segurança de que vão perder apenas uma percentagem do seu capital.
Para nós, os pequenos investidores, não existem razões para alterarmos a nossa carteira, mas convém entendermos o que está a acontecer na Europa e no mundo.